Como Desenvolver A Sua Marca - As Dicas Da Diva



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Como Desenvolver A Sua Marca - As Dicas Da Diva
A norte-americana Karen Post, conhecida como a Branding Diva, é especialista em marca pessoal. Autora de livros, palestrantes e consultora, ela dá aqui uma entrevista exclusiva para ajudá-lo a desenvolver sua própria marca.

Em um mercado com tantas pessoas fazendo os mesmos cursos, buscando desenvolver as mesmas qualidades, como é possível ter uma marca única?
Isso é possível se você partir de um plano estratégico. Há muitas pessoas competindo pelo mesmo lugar, mas vale o mesmo em um supermercado. A chave para construir uma marca para um produto ou uma pessoa são as seguintes:
Comece com a definição do que é sua essência - sua proposta, seus pontos diferenciais, sua personalidade, sua promessa de marca (o que você vai dar às pessoas).
Uma vez que você definiu isso, torna-se o dna de sua marca para todas as atividades e ações. Elas precisam ser coerentes com o que você descobriu sobre sua essência. A maneira como você se promove deve sempre estar visando seu valor de marca. Ele é alcançado pela expertise que você tem no assunto com o qual lida, pela capacidade que tem de ser bem lembrado na área em que atua, sendo coerente com sua mensagem em todas as esferas em que se relaciona com as pessoas e por manter um altíssimo nível de integridade.

Na sua opinião, quem são os homens ou mulheres de negócios que melhor imprimiram sua marca no mercado?
Existem muitos. Martha Stewart, a diva doméstica, Donald Trump, o homem do mercado imobiliário, ou, internacionalmente, Richard Branson, da Virgin.

Uma vez que você descobre sua marca pessoal, como você mostra isso para o mundo sem parecer um produto em um supermercado?
Você se mantém autêntico e verdadeiro com sua essência. Por exemplo, eu sou a Branding Diva. Minha personalidade não é tímida, é bem humorada e não tenho medo de me distinguir.
Toda a minha comunicação é estilizada a partir disso. Quando eu falo em uma grande empresa, , eu visto uma jaqueta de couro vermelha, jean preto e minha camiseta “diva”. Minha apresentação tem música, energia e humor. Tem tudo a ver com quem eu sou.

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Como Calcular o Valor de Uma Empresa?
Era muito comum até pouco tempo atrás, ao se avaliar uma empresa, somar apenas os ativos principais (bens móveis e imóveis, créditos financeiros, estoques de matérias-primas e produtos) e deduzir o passivo (obrigações financeiras e os demais custos).
Só que hoje sabemos que um dos maiores bens de uma empresa são as suas marcas. A marca Coca-Cola (a mais valiosa do mundo), por exemplo, vale sozinha algo em torno de 48 bilhões de dólares.
Outro exemplo é a Kibon, que foi vendida por 930 milhões de dólares em outubro de 1997, cujas vendas atingiram 332 milhões de dólares em 1996 com um lucro líquido de 75 milhões de dólares. A questão é: a Unilever não pagou 930 milhões de dólares por uma fábrica de sorvetes, mas sim pela posição comercial das marcas da Kibon. Trata-se de uma sutileza conceitual das mais importantes - remunerada, no caso, em algumas centenas de milhões de dólares.
O que levou a Unilever a pagar tanto pelas marcas da Kibon? Para entender adequadamente essa questão é preciso reconsiderar tudo o que aprendemos até agora sobre os elementos que, compõem o valor de uma empresa. É uma tarefa desafiadora. Habituamo-nos conviver com parâmetros físicos (materiais) para alimentar a idéia de que uma empresa (de produtos ou de serviços), vale aquilo que os nossos olhos conseguem enxergar.
Observemos também um ícone global como a Nike. A empresa nada possui que corresponda às dimensões da sua liderança no segmento de material esportivo. A imensa maioria de seus ativos é de intangíveis. Aos consumidores da marca Nike pouco importa saber como e onde são produzidos os tênis que compram. São atraídos pelos valores que a marca Nike traduz. Trata-se de um modelo até certo ponto singelo: criar uma empresa virtual. Com ele você não precisa capitanear um parque industrial. Basta contratar a produção onde os custos sejam mais baixos e a mão-de-obra mais eficiente. Não é necessário investir tempo e trabalho na paranóía de focar padrões de qualidade que há muito deixaram de ser o principal fator diferencial de competitividade.
O fabricante deve produzir as encomendas de acordo com os padrões que você e sua empresa estabeleceram. Ele vive disso. Se não o fizer a um custo competitivo, rua com ele. Nem mesmo a armazenagem, distribuição e assistência técnica necessitam ocupar o seu tempo. Há empresas especializadas nessas funções que operam com elevados níveis de eficiência. Thomas Stewart, editor da fonune e autor de “O Capital Intelectual”, lembra que, além da Nike, muitas corporações gigantescas praticamente não possuem ativos tangíveis. É o caso da Visa. Movimentando acima de 300 bilhões de dólares por ano, os ativos materiais da Visa limitam-se a mesas, cadeiras e computadores, uma vez que as linhas telefônicas e os espaços físicos são propriedades que podem muito bem ser alugadas. Para muitas empresas, o ativo intangível serve hoje de lastro para a captação de capital e novos investimentos. Alguns exemplos:
A Carnation, uma subsidiária da Nestlé, conseguiu captar recursos no mercado americano oferecendo suas marcas como garantia.
Uma rede americana de hotéis vendeu e em seguida alugou sua marca de um banco por 100 milhões de dólares por um período de 15 anos. Ao final do contrato, a marca será recomprada pelo valor simbólico de 1 dólar.
A Du Pont avalia suas marcas para decidir sobre investimentos em comunicação e para estabelecer com precisão o valor adequado das taxas de licenciamento.
É evidente que quando se pensa em produtos de massa como os tênis da Nike ou as curvas da garrafa de Coca-Cola (uma empresa que também licencia a produção e a distribuição) fica clara a importância da marca. Ocorre que esse ativo intangível passou a ser valorizado também em setores com pouco ou nenhum apelo para o consumidor final. Veja o que constatou uma pesquisa feita pela economista americana Margaret Blair, da Brookings Institution. Em 1982, o património físico de indústrias e mineradoras correspondiam a 62% de seu valor de mercado. Dez anos depois, apenas 38%.
É lógico pensar que a Unilever comprou as marcas da Kibon para continuar a produzir e distribuir o padrão de sorvetes que elas carregam. Nesse caso, a compra incluiu as fábricas, máquinas e equipamentos. Há outros casos em que o valor não está vinculado a um parque industrial. Marcas de times de futebol brasileiros, por exemplo, são hoje alvos prioritários de bancos internacionais. O que elas produzem? Bem, tudo ou nada além da cíclica habilidade futebolística. Seu valor em dinheiro é materializado em contratos de patrocínio ou de licenciamento. Seria o futebol um caso isolado? Considere então a Hering, que está deixando de ser uma indústria têxtil tradicional para se tornar uma licenciadora de suas marcas.
Com tudo isso, os profissionais das áreas de Finanças e Marketing e mesmo empresários às vésperas de vender ou comprar uma empresa continuam a ignorar a importância financeira da marca. Tudo deriva da falta de critérios universais para empreender a tarefa. Por que o capital está mais voltado para ativos físicos que intangíveis? “Porque os seus retornos são mais difíceis de serem medidos”, afirma o professor de Harvard Michael Porter.

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A Marca Certa
O nome Alto Astral Presentes já é referência de qualidade em todo Brasil. Mas o surgimento dessa marca é bastante curiosa: “Antes a nossa empresa chamava-se Qualidade Total, pois éramos representantes e queríamos que os clientes associassem nossa linha de produtos ao que existe de melhor no mercado.” - conta Flávio Del Puente, fundador da empresa - “Mas quando fundamos nossa própria fábrica, percebemos que esse nome já não era mais apropriado, faltava algo que nos remetesse à Nova Era. O nome Alto Astral Presentes caiu como uma luva, pois desde do tempo da Qualidade Total já falávamos que nosso trabalho é 100% Alto Astral!”
Leia a entrevista exclusiva que o criador da marca Alto Astral Presentes deu ao Marketing da Nova Era.

Marketing da Nova Era: como surgiu a idéia do nome Alto Astral Presentes?
Flávio: Enquanto procurava um novo nome, eu pensava nas palavras ou expressões que caracterizam nosso trabalho: “alegria”, “entusiasmo”, “dedicação”... Foi quando eu bati os olhos em uma carta de um cliente elogiando nosso jeito da trabalhar: “Vocês são muito Alto Astral!” Deu um estalo: “É isso!!!”

Você acha que toda marca deve vir de um estalo? De um insight?
Tenho certeza que sim. Todas as criações tem seu período de uso. a criação de uma marca deve ser para sempre. Deve gerar no mercado consumidor o mesmo efeito que é capaz de produzir no seu criador: um estouro, um impacto muito grande.
A marca é o maior patrimônio de uma empresa, por isso deve ter um significado especial.
Além disso, deve dizer em uma, duas palavras, a missão e o objetivo do negócio.

O nome Alto Astral Presentes já foi muito copiado. Isso atrapalha os negócios da sua empresa?
Em meados da década de 80, incomodou. Muita gente chegou a confundir nossos produtos com umas imitações baratas. Depois que acionamos a justiça, muitos desistiram da idéia de imitar, piratear nossa marca.
A partir de 2000, com nossa marca plenamente consolidada, cada cópia já era percebida como um falsificação desqualificada. muitos clientes já diziam: “Só queremos a verdadeira Alto Astral!”

Como os clientes poderiam diferenciar o produto verdadeiro de um falsificado?
Nossa logomarca é um sol sorrindo, que - além de passar a imagem de alegria e satisfação - sempre ajudou a diferenciar o verdadeiro produto Alto Astral.

Você é formado em propaganda & Marketing e trabalhou muitos anos em agências de publicidade. Essa experiência foi importante para poder criar marcas tão importantes no mercado da Nova Era?
Sem dúvida. Não existe mais espaço para amadorismo. O consumidor brasileiro já faz questão de uma boa marca, uma embalagem bonita, uma exposição agradável...

O que é mais importante para o consumidor brasileiro hoje em dia?
O cliente quer ter a impressão que está adquirindo o melhor artigo que existe, e não podemos decepcioná-lo!
O cliente quer qualidade, preço justo, enfim - quer muito Alto Astral!

A Imagem do Seu Negócio



Neste capítulo vamos mostrar os fatores que ajudam a construir a imagem do seu negócio no mercado. O entrevistado é Wlamir Bello, consultor de Marketing da unidade de orientação empresarial do SEBRAE-SP. Wlamir desenvolveu sua carreira profissional em agências de Publicidade, Promoção e Marketing esportivo como diretor de planejamento e atendimento. Ele dá dicas sobre o que é fundamental no gerenciamento da imagem de uma empresa, fala sobre a percepção do cliente, e dá dicas valiosas para quem está abrindo um negócio.

Marketing da Nova Era: Quais são os fatores que contribuem para a boa imagem da empresa?
Wlamir Bello: Os principais são os valores percebidos pelo cliente externo: atendimento, produto ou serviço adequados ao seu perfil, conveniência, prazo, preço, qualidade, pós-venda e, acima de tudo, superar a expectativa deste cliente. Depois, temos os valores percebidos pelos clientes internos (funcionários): reconhecimento, treinamento, benefícios, plano de carreira e atualizações e política de gestão de pessoas. Em seguida, nesta cadeia, temos os valores percebidos pelos fornecedores: solicitações, prazo, pagamentos, pós-venda e entendimento da política e filosofia da empresa. Dependendo de seu segmento, temos ainda a linha de produção e distribuição que devem ser gerenciadas. Não podemos esquecer do trabalho institucional, de relações públicas ou assessoria de imprensa, que devem deixar bem claro para o mercado, qual é a missão da empresa e sua principal ação ou benefícios para o mercado e comunidade.

O que o empresário pode fazer para isso?
O empresário pode e deve gerenciar todos os pontos de contatos com o mercado. É o gerenciamento desde o balcão, abordagens pessoais, até postura de atendimento a telefones, correspondências, internet (site e e-mail), pós-venda, e se possível, ainda, aplicar uma pesquisa de satisfação periodicamente.

O que ele não deve fazer de jeito nenhum?
Deixar de gerenciar ou acompanhar este trabalho nos processos e procedimentos desta cadeia. Por exemplo, um loja de presentes que terceirizou o serviço de manobrista. Para o empresário, este não é um funcionário da loja, porém para o cliente o percebido é que este faz parte, sim, dos serviços da loja. Portanto, se houver qualquer deslize, um simples arranhão na pintura do carro do cliente, a imagem desta loja fica abalada, mesmo que seus produtos sejam os melhores.

Que tipo de publicidade é boa?
Não há resposta pronta para esta pergunta tão difícil. Depende do objetivo de sua divulgação: retorno de vendas, introdução de produto no mercado, institucional... A publicidade é apenas uma das muitas ferramentas de divulgação. A publicidade utiliza a mídia tradicional e seus principais veículos: televisão, rádio, jornal, revista, outdoor e atualmente internet.
Posso recomendar que, a melhor forma de divulgação é determinada pelo perfil do cliente, cobertura geográfica e freqüência desta ação. Seguindo este raciocínio, as ferramentas mais recomendadas para pequena e micro-empresa são: Marketing Digital (Desenvolver um Site de Alto de Desempenho, Google Adwords, E-mail Marketing, Bannners Patrocinados), Panfletagem, Telemarketing e Venda Pessoal. Será necessário a utilização destas ferramentas de forma personalizada e até antecipada às vendas. Na pequena e micro empresa, o cenário é favorável para se saber o nome dos clientes, qual seu interesse e através disto fazer um atendimento personalizado antecipando futuras compras.

Investir no bom atendimento ajuda na boa imagem da empresa?
Sem dúvida. Porém somente isto não basta. Pesquisas recentes apontam que empresas que investem em treinamento chegam a ter um ganho de cerca de 10% no seu faturamento. E mais, quando o cliente percebe que tem um bom atendimento chegam a pagar até 10% acima do preço da concorrência. Então, numa soma muito simples, além de ajudar na imagem, faz muito bem para o faturamento da empresa. Ganhos de até 20% no faturamento através do investimento em um bom atendimento.
A credibilidade da empresa está ligada à marca ou ao produto?
A credibilidade da empresa está ligada à promessa e entrega de valores como qualidade, confiabilidade, durabilidade, desempenho, segurança, rapidez, prestígio e até exclusividade. Com isto, a empresa consegue transmitir valores como status, inteligência, diferenciação, aceitação e também irreverência. Portanto, está intimamente ligado aos dois: marca e produto.

“Se alguém pode demitir todos os funcionários de uma empresa, do alto executivo para baixo, é o cliente. Basta ele gastar o seu dinheiro em algum outro lugar”. O que você acha da famosa frase do empresário Sam Walton?
Sam Walton, criador da Wal Mart, considerada a maior empresa de varejo do mundo, era um empresário carismático. Ele possuía seus próprios mandamentos e o que eu ressalto é o mandamento “entregue mais do que prometeu”. Sua estratégia era levar preços baixos para as cidades pequenas dos eua. Foi assim que construiu seu “império”, aliado a utilização de tecnologia e gestão de corte de custos, e atualmente é uma rede mundial. Assim, sua afirmação já era visionária para época. A recomendação nos dias de hoje é ser uma empresa orientada ao cliente. O cliente é seu patrão e é ele quem manda em sua empresa.

Qual é o maior desafio dos empresários hoje em dia?
Para os empresários de pequena e micro-empresa, no Brasil, o grande desafio hoje é se manter no negócio diante do cenário econômico atual. “O primeiro negócio de todo negócio é se manter no negócio. Para tanto é preciso gerar e manter consumidores” - Theodore Levitt, autor de Miopia no Marketing.

Como cativar o cliente e levá-lo a divulgar uma imagem positiva da sua empresa?
O empresário cativa o cliente entregando mais do que prometeu, superando suas expectativas. Se sua empresa é boa não basta, é necessário ser ótima. Possuindo esta prática, o empresário pode transformar um cliente regular ou fiel no cliente que denominamos aliado ou advogado. Não basta estar satisfeito com sua empresa. É necessário estar muito satisfeito.

Quais as dicas que você pode dar para quem está abrindo uma empresa?
Antes de mais nada, planejamento. Abra uma empresa baseada em oportunidades e fundamentada em planejamento. O desenvolvimento de plano de negócio é fundamental em qualquer etapa de uma empresa, principalmente na sua criação. Este instrumento ajudará o futuro empresário a enxergar se seu negócio é viável ou não, mas não é garantia que dará certo, que será bem entendido. Uma pesquisa SEBRAE indica que 70% de micro e pequenas empresas fecham até cinco anos de vida e o fator principal é falta de planejamento. A necessidade é o primeiro fator que leva hoje o brasileiro a abrir um negócio. Portanto, muito cuidado.

Teste: Qual seu perfil de empresário?


Empreendedor, Gerente ou Técnico?
Conheça a personalidade que predomina em você e evite conflitos.
Para se tornar um empresário bem-sucedido, o candidato precisa reunir a imaginação e a determinação de um empreendedor, a habilidade e capacidade de organização de um gerente e os conhecimentos de um técnico.
Os conflitos entre uma personalidade e outra sempre existirão, mas precisam ser superadas para que haja harmonia necessária para o bom funcionamento do empreendimento.
A situação ideal é a de equilíbrio entre as três qualificações: é o famoso três-em-um.

Quem tem medo do empreendedor?
O empreendedor é aquele que é capaz de deixar o técnico “enlouquecido” e o gerente “preocupado” e muitas vezes “furioso”. Está sempre pronto para lançar mão de novos projetos ou simplesmente mudar tudo do anterior. Vive no futuro. É capaz de transformar possibilidades em probabilidades, as crises em oportunidades. É o catalisador de mudanças.
Em função disso é capaz de criar certa confusão à sua volta. Exerce influência sobre as pessoas, o suficiente para arrastá-las em direção às suas idéias.

Vamos organizar, o gerente vem aí!
O gerente é aquele que corre atrás do empreendedor para colocar um pouco de ordem na confusão. Costuma ser pragmático. Sem ele não existe planejamento nem ordem. Sua maneira de pensar e agir viabiliza uma empresa.
Do equilíbrio entre a visão do empreendedor e o pragmatismo do gerente é que surgem os grandes empreendimentos.

Ponto de vista, todo técnico tem...
Viável ou inviável. É assim que os técnicos costumam definir um projeto. Não existe o meio termo para quem tem que colocar o negócio para funcionar. Ao contrário do empreendedor, vive só o presente e considera que perde tempo com as inovações de última hora.
Executa e gosta de lidar com um projeto de cada vez. Fica satisfeito quando impõe seu ritmo ao trabalho.

Você tem talento de empresário?


Você tem talento de empresário?
Veja se você está realmente preparado para essa nova empreitada:
1) Você confia no seu potencial? Se nem você mesmo acredita na sua capacidade, então por que se arriscar num negócio novo e por que alguém deveria segui-lo?
2) Você aceita assumir riscos? Não se iluda. Você precisa quebrar as regras e correr riscos. Do contrário, não será inovador.
3) Como você lida com os imprevistos? Se você entra em pânico quando surge algum imprevisto, cuidado: abrir um negócio próprio pode fazer mal até para sua saúde.
4) Você tem facilidade para tomar decisões importantes? Hoje, os problemas exigem habilidade e velocidade para serem resolvidos. Lembre-se que adiá-los demais pode ser perigoso.
5) Você tem fome de oportunidades? Uma característica típica do empreendedor moderno é ver oportunidades em tudo e questionar muito.
6) Você tem fôlego? Esse ingrediente é fundamental. Não existe um momento certo para uma oportunidade surgir. Portanto, esteja sempre preparado.
7) Você está disposto a ser um líder exemplar? No papel de líder, você terá de conquistar a confiança de cada pessoa da sua equipe e dar todo o suporte que ela precisa. Comece com o pé direito.

Projetos de negócios para uma Nova Era
“A decisão é só 30% do projeto.” Essa frase pertence a um dos empresários mais bem sucedidos do momento: Oswaldo Meirelles, o presidente do Fleetboston Global. Portanto, lembre-se que boas ideias não valem nada sem competência para implementá-las com sucesso. Para começar bem e garantir os primeiros 30% você deve organizar e analisar muito bem o seu projeto. Pense nos seguintes itens:
1. Quais são os pontos fortes e fracos do projeto?
2. Quem são os seus futuros clientes e quais suas características?
3. Você tem certeza que existe demanda de mercado para o seu produto, ou serviço?
4. Quanto tempo e dinheiro você precisa para atingir os objetivos?
5. Como seu negócio dará lucro?
6. Quais são e como trabalham seus concorrentes?

Faça um plano de negócios
É um resumo da ópera com todos as informações que podem ajudá-lo. Deixe claro as suas metas de médio e longo prazo, além de organizar um arquivo completo com dados importantes sobre o assunto. Se necessário, monte até um diário. Enfim, você deve saber responder qualquer pergunta sobre o projeto, principalmente os seis itens citados acima.
Além disso, não esqueça de escrever:
• A missão e a ideologia da empresa;
• Descrição detalhada dos produtos, serviços e atributos;
• Apresentação dos fornecedores e clientes;
• Planejamento financeiro com as projeções de faturamento, fluxo de caixa e outros números importantes;
• Plano de tecnologia que a sua empresa precisa.
Tenha uma carta na manga
A Babson College é considerada uma das melhores escolas de empreendedores dos Estados Unidos. Um dos ensinamentos prediletos lá:
A) Ele vão fracassar;
B) Tudo bem.
Portanto, nunca descarte a possibilidade de ter um plano B. Ele vai dar mais força para você se recuperar de um eventual tombo. Os deslizes no começo do empreendimento são normais, mas para diminuir as chances de erro tenha sempre isso em mente:
1. Não jogue fora o seu Business Plan
Lembra dos velhos questionamentos que você fazia sobre seu projeto? Continue questionando para manter seu projeto alinhado com a realidade.
2. A prioridade não são os investidores
Muitos empresários erram ao lançar ações que fazem fortuna e se esquecem de criar negócios sustentáveis e uma boa rede de clientes.
3. Conhecimento para que te quero!
Nunca pare de aprender. Aliás, nem pense nisso. Uma pesquisa da consultoria americana Dun & Bradstreet revelou que a maioria dos novos projetos quebra pela falta de conhecimento dos mentores.
4. Divirta-se
Ora, esse projeto é seu! E finalmente você tem o controle total sobre sua carreira. Trabalhar 100% motivado é sempre melhor, não é?


As Virtudes Necessárias para a Nova Era do Marketing

1. Capacidade de assumir riscos
É a disposição de enfrentar desafios, de abandonar a vida relativamente segura de assalariado para experimentar os limites de sua capacidade, em um negócio próprio. Saber enfrentar riscos é a característica número um do empresário. Depois de instalada a empresa, é preciso renovar os produtos e serviços. O avanço tecnológico, modismos, costumes e o comportamento mudam, tudo isso afeta o seu negócio. É preciso arriscar no futuro para não ficar defasado. As recompensas estão associadas aos maiores riscos, que bem dosados, garantem sucesso ao empreendimento.
2. Senso de oportunidade
Enxergar oportunidades onde outros só veêm ameaças, eis a chave da questão. Identificar tendências, necessidades atuais e futuras dos clientes. Chegar na frente com produtos e serviços novos ou diferenciados. Para isso, é necessário estar permanentemente ligado ao que acontece em sua volta, na sociedade, nos meios de comunicação, no setor onde a empresa opera. Na década 70, os ecologistas eram vistos como seres lunáticos. Hoje a ecologia é fundamental para o Marketing de qualquer segmento.
3. Liderança
Capacidade de induzir pessoas, de usar o poder de influência para solucionar problemas. Delegar responsabilidades, valorizar o empregado, formar uma cultura na empresa, para alcançar o objetivo principal - a satisfação dos clientes. Flexibilidade, velocidade e competência. Outros valores devem ser cultivados e introduzidos na organização. As armas de sua administração são a liderança e a participação. O dirigente deve ser um líder, alguém em quem todos confiam.
4. Jogo de cintura
Ser flexível. Ter capacidade de reconhecer o que é melhor, e se for preciso, mudar tudo em busca da excelência -desde produtos e serviços, processos, métodos de trabalho e políticas empresariais. O necessário para ajustar a organização às expectativas dos clientes. O empreendedor deve entender o conceito de parceria nos negócios. Ganhar a custa de outros é postura predatória. Reduz a possibilidade de que outros bons negócios aconteçam e traz o isolamento. O mesmo pode acontecer em negociações desastradas com empregados. Conceder aqui para conquistar ali é ter jogo de cintura. No processo de negociação todos devem ganhar.
5. Persistência
Definir e manter o direcionamento de suas energias rumo a uma visão de sucesso. O caminho de um empreendedor até a estabilidade pode ser longo e difícil. Muitas vezes pode ocorrer a vontade de desistir. Para que isso não ocorra, sua visão do futuro deve ser ambiciosa. Não se contente com o possível, mas com o desejável. Entretanto, é necessário estabelecer caminhos seguros que o levem a tornar os sonhos realidade. Manter o rumo é saber para onde se vai e como chegar lá.
6. Visão global da organização
Ver a organização como processo de satisfação das necessidades do cliente, em permanente interação com o meio onde atua. Para atender bem os clientes externos, é necessário que os clientes internos, empregados e colaboradores, estejam satisfeitos. Visão global requer perfeito entrosamento com fornecedores e uma “política de boa vizinhança” com a comunidade.
7. Atualização
Aprender tudo que for relacionado com o seu negócio, clientes, fornecedores, parceiros, concorrentes, colaboradores ... Uma descoberta abre caminho para tantas outras e a consequência é o aperfeiçoamento. A observação do comportamento das pessoas, do que as preocupa, nos ensina muito. A convivência com outros empresários, o relato de suas experiências e opiniões, tudo isso importa.
8. Organização
Ter senso de organização é compreender que só se obtêm resultados positivos com a aplicação dos recursos disponíveis de forma lógica, racional e organizada. Definir as metas, garantir a execução conforme o planejado e corrigir os erros de forma rápida é essencial para obter o sucesso desejado. Os princípios da qualidade total, sistemas organizacionais modernos, reengenharia, são assuntos que devem ser conhecidos e, principalmente, praticados.
9. Inovação
Cultivar ideias novas, algumas em fase de estudos, outras em vias de execução, é fundamental para o empreendedor de sucesso. O mais importante é transformar as idéias consideradas viáveis em fatos concretos e dinâmicos, que possam garantir a permanente evolução da organização. O espírito do empreendedor surge como necessidade imperativa para que a organização sobreviva aos novos tempos.
10. Disposição de trabalho
Ter sucesso na atividade empresarial significa se envolver com a organização em todos os sentidos, da forma mais completa possível, desde a fase da sua criação. Não basta simplesmente ser o dono. É preciso dedicação total. Brincar de empresário pode custar muito caro. Ser empreendedor é aceitar que o negócio faz parte de sua vida, que é um projeto a realizar.

Você: A Alma do Negócio




Você: a alma do negócio

Automotivação
Agora você é o técnico, o gerente de vendas ou acaba de criar a sua consultoria.
Agora o jogo está nas suas mãos.
Não haverá ninguém acima de você para motivá-lo.
Agora é a sua vez de incendiar o time.
A energia terá de começar dentro de você.
Não adianta ficar esperando que alguém apareça para fornecer o gás extra de que você precisa.
Ou cria o pique para fazer o que precisa ser feito, ou as coisas não vão acontecer...
Pior ainda: agora não adianta reclamar de ninguém.
Agora você tem a chance de mostrar tudo o que dizia que faria quando fosse promovido.
Agora não tem papai nem mamãe.
Agora, mais do que nunca, você precisa da primeira qualidade de um empreendedor: a automotivação.
Quem tem motivação própria não espera o despertador tocar para acordar.
Com automotivação, você não vai sentir falta de chefe.
O seu líder é a sua paixão por ver as coisas serem feitas. o seu chefe é o incômodo interior que você mesmo sente ao ver que as coisas estão por ser feitas.
A ordem mais forte que você recebe chama-se agora iniciativa pessoal, é ela que faz com que assuma o controle da situação nos momentos mais difíceis.
Por Roberto Shinyashiki


Planejando um novo negócio
(ou a renovação de um já existente)

Abrir uma empresa é uma tarefa que exige planejamento e informação, principalmente nessa época de mudanças. Esta apostila vai ajudar você a se preparar para abrir e administrar seu negócio, em sintonia com as tendências do fim do século.

1 - Preparando-se para o desafio
Cresce a importância estratégica das pequenas empresas. Veja se você está pronto para ter sucesso no mundo dos negócios.

2 - Identificando as oportunidades
As tendências mundiais de negócios é de suma importância para as pequenas e médias empresas. Conheça as atividades com maior potencial de crescimento.

3 - Desenvolvendo seu produto/serviço
Quais os riscos do novo negócio, e as estratégias para lidar com eles? Como desenvolver um produto/serviço que atenda seus futuros clientes?

4 - Definindo sua empresa com excelência
Como gerenciar com qualidade, determinando os processos de produção e aproveitando o que os concorrentes têm de melhor.

5 - Abrindo a empresa
Microempresa ou sociedade civil limitada? Qual o local ideal para iniciar o novo negócio? Conheça a burocracia que envolve o empreendimento.


As principais características de um empreendedor de sucesso

Histórias de quem abriu a própria empresa e conseguiu um lugar ao sol

Os segredos do empreendedorismo podem ser descobertos por qualquer pessoa e de qualquer idade. Não é incomum sonhar em seguir as próprias ordens e cuidar do próprio nariz. Fundar um negócio e ser patrão de si mesmo, contudo, pode ser mais complicado do que se imagina. Não basta apenas ter uma boa idéia, é preciso entender o mercado e manter-se atualizado, para que o negócio encontre possibilidades de crescimento.

Para Sérgio Diniz, consultor do SEBRAE-SP, o empreendedorismo é um conjunto de comportamentos e hábitos. “Antigamente, imaginávamos que o empreendedor nascia empreendedor, mas hoje sabemos que as características de um empresário de sucesso podem ser adquiridas com capacitação adequada.”

Quem deseja abrir o próprio negócio deve se informar, antes de mais nada. É preciso conhecer o mínimo a respeito da atividade que se pretende desenvolver e do mercado no qual quer se envolver, familiarizar-se com aquilo que se deseja vender, é essencial.
“O empreendedor precisa aprender sempre, conhecer seu ramo de atividade, dominá-lo”, ressalta Diniz.

Parte desta capacitação, esclarece o consultor, vem da organização dos recursos do negócio. Todos eles: humanos, financeiros e materiais. Um exemplo: O empreendedor não pode confundir o dinheiro da empresa com o seu dinheiro pessoal. Segundo Diniz, esse é um erro comum. É preciso atentar, também, para a escolha do sócio, discutir as expectativas e o papel de cada um no empreendimento. “Ás vezes é mais complicado que muito casamento”, brinca o consultor.

Sérgio Diniz apontou as principais características que um empreendedor deve ter, se preza pelo sucesso de seu negócio. São elas:

1. Iniciativa: A busca constante por oportunidades de negócios. Estar sempre atento ao que acontece no mercado em que vai atuar;

2. Perseverança: As dificuldades vão acontecer, até porque o empresário de micro e pequena empresa muitas vezes é solitário: “Não se pode desistir”, insiste Diniz;

3. Coragem para correr riscos: Arriscar-se faz parte do ato de empreender. Diniz ressalta que correr riscos é diferente de correr perigo. O empreendedor corre perigo quando está desinformado. Se tem as informações, pode tomar decisões complexas com risco calculado;

4. Capacidade de planejamento: Ter a visão de onde está, onde quer chegar e o que é preciso fazer. Criar planos de ações e priorizá-las dentro do negócio, monitorar, corrigir e rever. “isso pressupõe que se avalie as melhores alternativas para alcançar seus objetivos estabelecidos durante o planejamento”, afirma o consultor;

5. Eficiência e qualidade: As pequenas empresas dispõem de menos recursos, então precisam garantir que eles sejam bem aproveitados: É preciso conquistar o cliente, o público alvo e direcionar os esforços;

6. Rede de contatos: É importante participar de eventos e feiras relacionados ao seu produto. Lembre-se também de que ambientes informais ajudam a formar bons contatos. “A gente começa a desenvolver nossa rede de contatos com a família, amigos, vizinhos e antigas experiências”, diz Diniz. “Deve-se trazer isto para a sua realidade de negócio.”


7. Liderança: “O empreendedor deve ser o líder na sua empresa”, afirma Diniz. Ele deve ser um bom ouvinte e deve saber estimular permanentemente a equipe, motivá-la e deixá-la comprometida. “Ele deve também ser um gestor de pessoas”, completa o consultor.

Marketing da Nova Era



”A inovação é a locomotiva que move as empresas modernas. Não há o que discutir. Sem inovar nos processos que fazem o empreendimento decolar, nos produtos e nos serviços fica praticamente impossível competir na arena empresarial nos dias de hoje. E não basta ter uma ideia agora e outra daqui a dez anos. É preciso criar a todo momento e implementar as inovações com agilidade, porque enquanto estiverem só no papel elas não valem nada. A grande questão é saber como manter um ambiente na sua empresa que deixe a inovação aflorar de forma constante”.

Como vender novos produtos de um jeito inovador?
Como consolidar minha empresa em um mercado em constante evolução?
Quais as tendências do consumidor na Nova Era?
Como posso montar uma loja de acordo com os princípios da Nova Era?
O que fazer para aumentar minhas vendas?
Como lançar novos produtos?

O que é Marketing da Nova Era

    Marketing é o conjunto de atividades organizadas e sistematizadas voltadas à realização de trocas, pelo maior tempo possível, com determinados grupos sociais, visando benefícios específicos.
    Podemos mencionar o Marketing Político, o Marketing Pessoal, e o Marketing Empresarial, entre tantos outros.
    O Marketing Empresarial visa o melhor relacionamento da empresa com o mercado em que atua, e o Marketing da Nova Era é uma especialização desta atividade.
    O Marketing da Nova Era é realizado por profissionais que conhecem bem o mercado, suas expectativas e seus desejos, e para isso estão sempre se atualizando e fazendo pesquisas, além das constantes análises das tendências de mercado.
  
Qual a diferença entre uma empresa que  utiliza o Marketing da Nova Era e outra que não?

Existem duas maneiras de se buscar o sucesso comercial:

1.) Sem utilizar os conhecimentos de Marketing (tentativas de erros e acertos) - o que dá certo você aproveita, e o que dá errado você desiste. É como um barco à deriva. O problema principal deste método é que até se descobrir tudo o que deve ser feito para atingir o seu objetivo, um concorrente mais preparado já passou à sua frente e conquistou o mercado que você pretendia.

2.) Aproveitando as experiências de quem conhece profundamente este mercado - a menor distância entre você e o seu objetivo comercial. Você vai receber muitas dicas importantes de profissionais que conhecem bem o mercado e têm uma grande bagagem comercial. Através do Marketing da Nova Era você vai conhecer as melhores estratégias para conquistar um enorme mercado.

Conheça também nossa consultoria personalizada:

     “Como fazer a sua marca ficar conhecida nacionalmente” - o que faz a diferença é que não ficamos apenas na teoria. Nós fazemos com que a sua marca fique conhecida no mercado, e realmente vendemos o seu produto (ou seu serviço).
    Basta uma mensagem e um consultor vai até você para mostrar o que existe de mais moderno em técnicas de Marketing. Com esses conhecimentos você vai vender muito mais!

     “No mundo de hoje, a grande fonte de poder não é o dinheiro, mas o conhecimento. Antes, o mundo mudava a cada 50 anos. Depois, de 10 em 10 anos. hoje, as transformações acontecem a cada 90 dias. Por isso, os empresários precisam de dicas para se atualizar.”

O que podemos aprender com as grandes empresas?
“A habilidade de aprender mais rápido que seus concorrentes pode ser a única vantagem competitiva sustentável” (Arie de Geus)

Como os ensinamentos de sucesso de empresas como Disney, Mcdonald’s, General Electric, Kellogg’s, podem ajudar nossas empresas?

Embora pareçam de realidades muito diferentes, os princípios universais de sucesso no mundo dos negócios são os mesmos. É por isso que nas nossas apostilas vamos apresentar, junto com as mais modernas lições de Marketing e Gestão, exemplos clássicos do que já foi realizado com muito sucesso.

À primeira vista pode parecer estranho que negócios de dimensões tão distantes possam se complementar. Mas os requisitos para uma empresa prosperar, seja ela pequena ou grande, esteja no Brasil, nos Estados Unidos ou na China, são os mesmos.

“Mais do que negócios globais, estamos nos referindo aos fundamentos que regem o sucesso empresarial no mundo.”

Em resumo, podemos dizer que:

1) O propósito de uma empresa é criar e manter clientes;

2) Para isso a empresa precisa produzir e entregar bens e serviços que as pessoas querem e valorizam, a preços convenientes e sob condições razovelmente atrativas, relativamente ao que é oferecido pelos concorrentes, e a uma proporção de clientes que seja suficiente para possibilitar tais preços e condições;

3) Para manter-se no mercado, a empresa precisa produzir receitas que excedam os custos, em quantidade suficiente e com bastante regularidade, a fim de atrair investidores, e precisa buscar sempre estar à frente das ofertas competitivas;

4) Toda empresa deve ter responsabilidade social e ser ecologicamente sustentável, a fim de que o seu mercado se mantenha saudável;

5) Nenhuma empresa, por menor que seja, pode fazer qualquer dessas coisas por mero instinto ou acidente. Ela tem de esclarecer sua missão, sua visão do negócio, seus valores e seus objetivos;

6) Em todos os casos, é necessário um sistema apropriado de recompensas, auditorias e controles, a fim de garantir que o que foi planejado seja realizado adequadamente, e - quando não - que seja rapidamente retificado.

O verdadeiro objetivo deve ser servir, e uma empresa faz isso ao conquistar e manter clientes.
Não faz muito tempo que muitos empreendedores supunham que os propósitos empresarias seriam outros. Acreditavam que o objetivo de uma empresa seria ganhar dinheiro. Mas essa crença se tornou tão vazia moralmente e sem dignidade, que rapidamente se tornou obsoleta. Acreditar que o objetivo de uma empresa é ganhar dinheiro é o mesmo que dizer que o objetivo da vida é comer. Tanto um quanto o outro são apenas requisitos. Sem comida, a vida cessa. Sem lucro, o negócio pára. O resultado deve ser positivo (lucro), pois o processo de manter a vida também é um processo de destruí-la. pois sabemos que a produção desgasta não somente as máquinas, mas também as pessoas que as operam e as dirigem. Para manter a vitalidade é preciso haver sobra suficiente para reposição do que foi desgastado.

Para saber mais: atendimento@internationalsites.com.br